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domingo, 5 de setembro de 2010

Filho de Zizou veste a 10 e se destaca nas divisões de base do Real Madrid

Aos 15 anos, Enzo Francescoli Zidane atua na mesma posição que o pai jogava e já recebe cuidados especiais do clube merengue

Enzo Zidane, filho na base do Real Madri Enzo Zidane segue os passos do pai famoso
(Foto: Reprodução / AS)
Pouco mais de quatro anos após a aposentadoria de Zinedine Zidane dos gramados, o Real Madrid, último clube do craque francês, já prepara outro Zidane para vestir a camisa merengue: trata-se de Enzo, filho de 15 anos do campeão mundial em 1998. Em matéria publicada neste domingo, o jornal “As” apresentou o jovem atleta, que, assim como Zizou jogava na seleção da França, veste a camisa 10 da base do time e é um dos principais destaques da equipe. Pelo Real, no entanto, Zidane usava o número cinco.
Filho mais velho do ex-meia, o jovem jogador de 15 anos do Real tem o nome do maior ídolo de Zizou, o ex-atacante uruguaio Enzo Francescoli. Mas, além de ter o nome de dois grandes craques do futebol mundial, o garoto mostra categoria dentro dos gramados.
O jornal foi conferir uma partida amistosa de Enzo e gostou do que viu.
- Ele joga em uma posição semelhante a do pai, como um meia avançado, geralmente caindo pela esquerda. Acomoda e protege a bola com a camisa 10 com tanto êxito quanto o pai fazia pela seleção francesa – diz a publicação.
Para evitar possíveis comparações com o pai, Enzo, que será efetivado ao time de cadetes do Real na próxima temporada, vem recebendo um tratamento especial do clube merengue, e os meios de comunicação têm acesso limitado ao jogador, que já defendeu as seleções de base da França e da Espanha.

sábado, 22 de maio de 2010

Discípulo de Tio Sam





Luis Gil: promessa de 16 anos
Enquanto a seleção norte-americana se prepara para a Copa do Mundo, alguns olham estão voltados para o futuro dos ianques. E a maior promessa tem o nome de Luis Gil. O meia-atacante de 16 anos já chamou a atenção do maior comprador de jovens, Arséne Wenger, treinador do Arsenal.
Com propostas de vários times europeus aos 15 anos, o jovem decidiu ficar no país na IMG Soccer Academy, programa de desenvolvimento das seleções de base americanas que começou em 1999, devido à falta de investimentos na área por parte dos clubes da MLS. Pela academia, já passaram vários jogadores que representarão os EUA na África, como Landon Donovan, Josmer Altidore, Michael Bradley e Damarcus Beasley.
Depois de esnobar a ida para a Europa, Gil viu os times da MLS brigando para ter os direitos de assinar um contrato com ele. Isso foi resolvido em um sorteio e o grande sortudo foi o Kansas City Wizards, que mais tarde, trocou os direitos do jovem com o Real Salt Lake por uma escolha de 2ª rodada em um recrutamento futuro. A troca aconteceu porque o meia queria jogar pelo time do estado do Utah.
Luis Gil disputou o Mundial Sub-17 no ano passado, no qual os ianques chegaram até as quartas-de-final. Ele foi o destaque da seleção e arrancou muitos elogios do técnico Wilmer Cabrera, colombiano que participou de duas Copas do Mundo.
O jovem joga com inteligência e tem técnica, além de fazer uma das coisas que poucos jogadores se preocupam: jogar simples. Não espere um show de Luis Gil toda vez em que ele pegar a bola. Ele não irá utilizar um drible, uma pedalada ou ações semelhantes sem que precise delas pra fazer um gol ou deixar um companheiro mais próximo do objetivo.
Gil sempre leva os ensinamentos de seu pai, Aureliano, para os jogos. O senhor de 56 anos jogou futebol semi-profissional no México, passando por clubes conhecidos, como Atlas e Pumas e sempre diz ao filho: “O time tem vários jogadores e não só você. Você deve jogar para seu time. Se outro jogador pega a bola, não se preocupe. Se você não fizer gols, fique tranqüilo. Se seu time vencer, isso é ótimo para você.”
Thomas Rongen, técnico da seleção sub-20 norte-americana, tenta fazer com que o jovem leve um caminho diferente do qual foi seguido por Freddy Adu, que surgiu como uma grande promessa e só caiu de produção durante o passar do tempo. Rongen reconhece as habilidades de Gil e deve contar com ele para o próximo mundial da categoria, que será disputado no ao que vem na Colômbia, mas pede calma com o garoto e afirma que não sabe dizer o quão bom ele será.
Mas mesmo assim, os americanos vêem um futuro nos pés deste descendente de mexicanos e espera que em breve ele esteja dando orgulho usando a camiseta branca que leva o símbolo da U.S. Soccer.